Propaganda Eleitoral na Internet

por Ana Amelia Menna Barreto de Castro Ferreira

21/11/08

Obama joga a rede

 

Indico a leitura da coluna do Merval Pereira, no Globo de hoje.:

"Desde o início desta semana os cadastrados na campanha de Barack Obama estão sendo estimulados a fazer doações ou até mesmo a se apresentarem como voluntários para a judar as vítimas dos incêndios da Califórnia. A mensagem diz que, quando pessoas comuns agem em conjunto, fazem uma grande diferença.

 

O aparato tecnológico montado pela campanha do democrata começa assim a ser utilizado para a mobilização da sociedade civiil, uma espécie de convocação para o serviço voluntário que Obama havia dito seria a "causa central" de sua Presidência". … … …

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8/11/08

De olho no furação

 

 

 

 

Revistinha do JB de amanhã, domingo:

 

Em passagem pelo Brasil Carles Rossen, responsável pela captação de recursos da campanha mais rica da história dos EUA, conta como ajudou a eleger o novo presidente

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7/11/08

“Mandato 2.0″

 

O cara da campanha online de Obama

 

Vale acessar o blog do  Tiago Dória, em post comentando sobre a campanha de Obama:

 

Só uma palinha:  … "Ainda no rescaldo da vitória de Obama, diversos sites aproveitam para revelar bastidores da campanha. A revista Newsweek preparou um enorme dossiê sobre o assunto. Segundo o artigo, uma verdadeira guerra de crackers aconteceu por baixo dos panos"  … …

 

http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/11/07/o-cara-da-campanha-online-de-obama/

 

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5/11/08

Obama vai continuar ponto com ?

 

O candidato Obama usou a rede para se aproximar dos eleitores e arrecadar dinheiro para sua campanha.

 

Será que o presidente Obama continuará usando a rede para se aproximar dos cidadãos ? 

 

- Seu site será desativado ? 

 

- Enviou mensagem para agradecer os votos recebidos ? 

 

Vamos acompanhar…

 

criado por aambcf    08:06:56 — Arquivado em: Sem categoria

E AGORA TSE ?

O atual Presidente do TSE, Ministro Ayres Britto, é um entusiasta da rede.

Sem dúvida foi ele o grande responsável pela tímida “flexibilização” do posicionamento do TSE durante essas eleições.

É abertamente favorável ao uso ilimitado da internet na campanha eleitoral, também para proporcionar a arrecadação on line. Em entrevista ao Jornal Valor Econômico afirmou recentemente que a melhor forma seria tornar as doações transparentes pela internet, pois, além de permitir a visualização das doações, a rede funcionaria como "um instrumento de educação política. "A internet pode trazer os mais jovens para a vida política já que eles se ligam muito mais nela do que no rádio e na televisão".

 
Adoro sua frase “deixemos os internautas em paz”.

Vamos torcer para que até o ano de 2010, quando deixará a Presidência do TSE, consiga implantar as modificações que defende.

criado por aambcf    07:48:08 — Arquivado em: Sem categoria

Obama e a Internet

 

Novas maneiras de arrecadação

Matéria do jornal O GLOBO de hoje:

“Este foi o ano da campanha na internet de forma nunca antes imaginada, das pequenas contribuições, da velocidade da informação. Os paradigmas tradicionais foram colocados de cabeça para baixo.

As estratégias de campanha incluíram o YouTube, que não existia em 2004 e as mensagens de texto pelo celular, recurso também praticamente inexplorado em campanhas presidenciais até agora.

- As inovações são um marco nesta campanha e temos de reconhecer que Obama soube aproveitar essa nova oportunidade tecnológica. Eu vi Obama na internet, de alguma forma, todos os dias, por pelo menos seis meses – disse Sara Taylor, uma das coordenadoras políticas do comitê de reeleição de Bush em 2004.

Mas o maior sucesso da campanha de Obama na internet foi sem dúvida a arrecadação. Numa rede virtual de proporções nunca observadas em campanhas eleitorais, ele conseguiu bater recordes de contribuições.. …

Obama mudou também a forma de fazer campanha nos EUA. Ele arrecadou cerca de US$ 750 milhões, um recorde que parecia impossível quando ainda disputava as primárias democratas com Hillary Clinton. Para isso, usou a internet. Apelando a simpatizantes, que contribuíram com o que puderam, e aceitando doações de 5 dólares, conseguiu captar mais de 3 milhões de doaroes. … Foi também por e-mail e pr mensagem de texto – antes mesmo de contar à imprensa – a escolha do seu vice de chapa”.

Páginas 28A e 32

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1/11/08

TRESC multa candidata por propaganda no Orkut

É proibida propaganda eleitoral em sites de relacionamento

A candidata a vereadora de Chapecó, Marilei Martins de Quadros, e a Coligação "Chapecó Mais Humana" foram solidariamente condenados ao pagamento de multa no valor de R$ 21.282,00 por ter veiculado propaganda eleitoral no site virtual de relacionamentos orkut. A pena foi imposta pelo Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina, na sessão de segunda-feira (22).

 

Em primeira instância, a vereadora e sua coligação já tinham sido condenadas pelo Juízo da 94ª Zona Eleitoral, que determinou a suspensão da realização da propaganda eleitoral, sob pena de multa diária de mil reais.

Para o relator do processo, juiz Márcio Fogaça Vicari, sítios eletrônicos que sejam acessados para fins diversos, tais como comerciais ou, no caso em tela, de entretenimento, não podem conter propaganda eleitoral. Ele destacou que esse tipo de propaganda é regulamentada porque "ao diluir em demasia a divulgação de propaganda eleitoral, dificultam o controle de eventuais abusos por esta Justiça Especializada e porque impõe ao internauta, independente da sua vontade, o acesso a páginas de cunho eleitoral". (ECW/EB)

TRESC

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Eleições 2008 têm boom de ações ligadas à internet

 

Por Maria Carolina Maia

A internet ganhou espaço na campanha dos candidatos - e nas atas dos tribunais. Na última sexta-feira, atendendo à determinação da 161ª Zona Eleitoral de Porto Alegre de suspender certa publicidade institucional da gestão José Fogaça (PMDB), candidato à reeleição na cidade, a prefeitura da capital gaúcha tirou todo o seu site do ar. De acordo com a instituição, que no lugar da página pôs um texto alegando "medida de precaução" com vistas a uma "conclusão tranqüila do processo eleitoral", a arquitetura do portal não permitiria que se sacasse do site, com rapidez, apenas o conteúdo questionado na Justiça pela petista Maria do Rosário, concorrente de Fogaça no 2º turno. O caso é emblemático da rajada de ações disparadas sobre a internet neste ano, num movimento inédito que pode indicar a visibilidade adquirida pela mídia junto a candidatos e eleitores. Ou um excesso de limites legais.

Não é possível fornecer um número exato de processos, já que ainda não existem levantamentos na área. Mas nestas eleições, pela primeira vez, a web foi alvo constante de ações. "Diariamente, são dezenas de solicitações para tirar do ar conteúdos produzidos por nossos usuários", diz o diretor de comunicação do Google Brasil, Felix Ximenes. O executivo não fornece uma cifra, mas garante que a empresa recebeu "milhares" de pedidos do tipo nestas eleições. As solicitações endereçadas ao Google partiram de diversas fontes, de acordo com Ximenes: da justiça comum, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Entre os TREs procurados pela reportagem - o de São Paulo, o de Minas Gerais e o do Rio de Janeiro -, somente o paulista dispõe de números. Foram 16 as ações ligadas à internet nas eleições deste ano: nove delas enviadas ao Google, duas à Folha Online, duas ao iBuscas, uma ao iG, uma ao site Markey e uma ao UOL.

A assessoria do Universo OnLine diz que o portal tirou pelo menos 30 blogs do ar: 20 atendendo a pedidos do TSE e dez por denúncias informais. O iG não tem um número consolidado, mas o presidente do portal, Caio Túlio Costa, afirma que foram "vários" processos. "A internet hoje é a segunda mídia de massa do país, atingindo de 45 a 60 milhões de pessoas, de acordo com as pesquisas de aferição de audiência", diz Costa. "Perde apenas para a TV." Ximenes faz análise semelhante. "A internet realmente entrou na vida das pessoas, em todas as esferas. Ela era muito menos presente nas eleições passadas."

Fundamentos jurídicos - De acordo com o diretor de comunicação do Google, boa parte das ações recebidas pela empresa é baseada na Resolução 22.718, editada em fevereiro pelo TSE. O texto dedica um capítulo só para a internet, onde limita a propaganda política aos sites dos candidatos - mais tarde, as páginas dos partidos também seriam liberadas para fazê-la - até a sexta-feira antes das eleições. Como a resolução não contempla todos os aspectos ligados à rede, em outros casos, os juízes se amparam em leis mais antigas e dão à internet o mesmo tratamento que é concedido a outras mídias. O caso de Porto Alegre, mesmo, foi motivado por acusação de uso indevido da máquina pública com fins eleitorais, denúncia que abrangeu também o Diário Oficial da cidade e que poderia ter envolvido outro meio de comunicação que não a web.

Um dia antes da prefeitura da cidade tirar seu site do ar, a Comissão Fiscalizadora da Propaganda Eleitoral de Belo Horizonte determinou que o Google eliminasse um blog contra Márcio Lacerda (PMDB), que teria sido inserido por hackers no site do candidato. As razões foram encontradas em artigos do Código Eleitoral, como o 324, que afirma ser crime caluniar alguém na propaganda eleitoral, e o 331, segundo o qual é criminoso o ato de inutilizar, alterar ou perturbar meio de propaganda devidamente empregado.

iG x TSE - Em julho, o iG entrou com mandado de segurança junto ao tribunal contestando a resolução 22.718 e também a lei 9.504, que iguala a web aos veículos de rádio e TV, proibindo a qualquer site a difusão de opinião e propaganda sobre candidatos, partidos e temas eleitorais no período de eleição. Há cerca de dez dias, uma decisão favorável do TSE a uma ação movida pelo Grupo Estado liberou os sites de jornais e revistas dessa restrição. No processo, o Estadão afirmava que a limitação só fazia sentido para meios como a TV e o rádio, que são concessões públicas. O iG faz uso do mesmo argumento.

"O que a gente quer é liberdade de expressão, queremos que os sites não sejam vistos como as rádios e as TVs, que são concessionárias públicas", diz Caio Túlio. "Queremos que se possa emitir opinião, que seja possível a propaganda eleitoral na internet, que não haja censura nem para os portais nem para os usuários. O TSE tem sido taxativo, tem pedido para apagar até comentários de blogs." Em setembro, o ministro Joaquim Barbosa negou o pedido de liminar do portal, solicitando que o processo fosse remetido à Procuradoria Geral Eleitoral. Depois do parecer da procuradoria, Barbosa deve concluir o relatório e levá-lo a julgamento de mérito em plenário, o julgamento definitivo. Ainda não há data prevista.

Uma das questões que movem o iG é a receita com publicidade. De todo o faturamento publicitário do país, de 26 bilhões de reais no primeiro semestre de 2008, segundo o Ibope, a internet tem apenas 3,5%, contra 59% da TV, nas contas do presidente do portal, que ficaria com algo entre 11% e 12% da receita da web.

Já em 2004 o portal havia procurado a Justiça com uma ação declaratória (espécie de processo antecipado) requerendo o direito de opinar sobre candidatos, coligação ou partidos, e de veicular propaganda eleitoral. À época, ganhou sentença favorável, mas perdeu em 2ª instância, quando a procuradoria eleitoral recorreu e a Justiça derrubou a decisão anterior por entender que a "ação declaratória" não era o instrumento jurídico adequado para o caso. Neste ano, o portal foi direto ao TSE.

EUA como meta – Na opinião do analista de mídia do Ibope NetRatings, José Calazans, a utilização da web na mobilização política ainda não aconteceu. "As pessoas navegam principalmente à procura de resultados eleitorais, e as páginas que oferecem este tipo de conteúdo têm aumento de audiência.

"Queremos que a internet possa ser usada pelos candidatos para arrecadar fundos, como fez Barack Obama nas eleições americanas", diz Caio Túlio Costa. O ideal do executivo é o mesmo de Calazans, que vê movimentação política em blogs, com bastante discussão, mas acredita que a internet brasileira ainda tem muito a explorar neste campo. "Estamos como estavam os Estados Unidos há dez anos."

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/eleicoes-2008-tem-boom-acoes-ligadas-internet-395043.shtml

criado por aambcf    20:19:36 — Arquivado em: Sem categoria
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Am I a spambot? yes definately
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